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Moraes e Dino vão a lançamento de livro de Pacheco em dia de pressão por anistia ao 8/1

Deputados do PL passaram o dia em obstrução para forçar presidente da Câmara a pautar projeto de lei

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Em meio à pressão da oposição pela anistia aos golpistas de 8 de janeiro, os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes e Flávio Dino foram ao Congresso nesta terça (1º) para o lançamento de um livro do ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

Moraes é o relator dos processos relacionados ao atentado golpista de 2023. Já Dino integra a Primeira Turma do STF, onde os casos estão sendo julgados, e é relator da ação que contesta a falta de controle sobre as emendas parlamentares.

A imagem mostra um grupo de homens em um evento social. No primeiro plano, dois homens estão sorrindo e conversando. O homem à esquerda, com cabelo calvo e terno cinza, está com a mão no peito. O homem à direita, com cabelo escuro e terno claro, parece estar rindo. Ao fundo, outras pessoas também estão presentes, algumas olhando para a câmera e outras interagindo entre si.
Alexandre de Moraes, Hugo Motta e Flávio Dino (de costas) durante lançamento do livro organizado por Rodrigo Pacheco - Pedro Ladeira/Folhapress


Nenhum dos ministros falou. Os dois acompanharam o lançamento do livro ao lado das demais autoridades, incluindo o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e os atuais presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

O PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, tenta pressionar Motta a pautar a urgência do projeto de lei da anistia, por meio da utilização de manobras regimentais para atrasar ou evitar votações na Câmara (movimento chamado de obstrução).

A medida paralisou as comissões da Casa durante o dia, mas não impediu a a aprovação de uma medida provisória do governo Lula (PT) que abre crédito extraordinário de R$ 938 milhões a ministérios. No plenário, o texto foi aprovado por 317 votos a favor, 92 contra e duas abstenções.

À frente do Senado, Pacheco criou uma comissão temporária para analisar o Código Civil e apresentou o relatório do grupo como projeto de lei. O livro organizado por ele reúne artigos de juristas que participaram da elaboração da revisão, ainda em discussão na Casa.

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